Essa virgindade se põe murcha
Suas palavras, tão frágeis como papel
Uma manha eu pensei que não iríamos nunca ver
Sozinho, no silencio da praia
Não há nada que possamos fazer
Não há nada que possamos fazer
O céu, ele queima si mesmo fora
O céu, ele queima si mesmo fora
O céu, ele queima si mesmo fora
O céu, ele queima si mesmo
As arvores apodreceram abaixo por nada
Gargantas secas foras e cadáveres preenchem as calçadas
Esses passeios, nossos cemitérios
O céu, ele queima si mesmo fora
O céu, ele queima si mesmo fora
Não há nada que possamos fazer
O céu, ele queima si mesmo fora
E eu penso que nos somos tudo sobre morrer pra caralho
As arvores apodreceram abaixo por nada
Gargantas secas foras e cadáveres preenchem as calçadas
Esses passeios, nossos cemitérios
Ajoelhando abaixo para o que há na esquerda, acerca do sacrifício da sorte do dia
Oh, se pudéssemos ter isso de volta e ver um ultimo entardecer
Tire uma foto, tire uma fotoTire uma foto, tire uma foto
Tire uma fotoSuas mãos em forma de oração
Seus cotovelos na cama
Um ultimo choro pelo paraíso
Pensando em quem quer flores quando morre?
Você esta morto
Quando você esta morto
Virgindade, virgindade
Virgindade, virgindade
Virgindade, virgindade
Virgindade, virgindade
Um entardecer virgem
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